terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

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É giro! Senti necessidade do mesmo e apliquei o conceito, há dias, numa mensagem sobre Granada. A parte final tem uma antologia de que só dei o primeiro parágrafo. Para quem quisesse ver o resto (era muito extenso), copiei e colei tudo da SELECTA (assim lhe chamei) e fiz outra mensagem no blogue. Publiquei-a, em primeiro lugar, copiei o linque permanente e inseri-o na mensagem anterior, que só é posterior na publicação. Tenho andado a pensar em abrir banca com outro blogue, com a principal função de fornecer material de continuação para mensagens de aterraeagente. Talvez se venha a chamar Estaleiro, local de materiais de obras e outras coisas úteis numa oficina. Tenho, ainda, a ideia de um outro sobre flores e outras vegetalidades. Não é preciso saber, basta gostar. O título seria Botânica, que parece pretensioso, mas é apenas uma brincadeira.
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O que fica, acima, é o comentário à página inaugural do blogue de um amigo de que tive conhecimento, hoje. Este meu novo blogue, pode afinal ter vida à parte, se bem que tenha nascido para apoiar o seu irmão mais velho, aterraeagente. Vai ter outro irmãozito gémeo, nascido pouco depois, de seu nome Botânica, com o mesmo destino: ser ele mesmo e contribuidor do irmão mais velho. Resta ver se não virão a ser contribuidores uns dos outros. Isso seria fraternidade.
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Aqui fica o registo de um passeio, para descobrir a obra que está bem à vista de todos, mas passa-se sem perceber. É qualquer coisa. Resolvi averiguar. Poucas dezenas de metros mais à frente da Agriloja, vindo para Torres ao longo do Sisandro, parei, avancei pelo campo de tádegas e uns discretos malmequeres. Trata-se da vala que vem dos lados do Sarge e foi desviada, lançando as águas no Sisandro. A vala ou linha de água,  que ia em direcção ao Choupal, foi barrada com terra e guinou à esquerda. Pode ver-se nas fotografias a parte, por onde a água deixou de correr.
Atravessámos a ponte de S. Miguel e junto ao Hospital da SOERAD demandámos a outra margem do rio afluído. Fomos descendo esta margem esquerda, descansando o olhar um pouco no campo do Torreense (Sport Clube União Torreense, na certidão de baptismo).


























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As tádegas e os malmequeres não fiquem esquecidos. Podem ver-se, aqui.