quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Choupal renovado

O que não vi

Foi muito o que não vi, apesar de, não sendo choupalense, para lá caminhar. No intuito de colaborar na divulgação do acto inaugural, com informações e imagens, pedi ajuda a Ponte do Rol TV e a BADALADAS.

De Ponte do Rol TV, o linque para o vídeo no facebook: o discurso do Presidente e panorâmicas do Choupal. De Badaladas, dou apenas o texto da edição n.º 3117, de 2-10-2015, acrescentando-lhe uma nota.
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Parque do Choupal custou 5,5 milhões de euros e representa uma «nova centralidade» urbana
Torres Vedras inaugurou a «obra do século»
[FERNANDO MIGUEL [ fernandomiguel@badaladas.pt ]
A cidade de Torres Vedras vestiu-se a rigor para festejar durante dois dias consecutivos a inauguração das obras de requalificação do parque verde do Choupal, as quais decorreram durante mais de um ano. A presidir ao ato inaugural esteve a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro, Ana Abrunhosa.
A inauguração aconteceu no sábado passado, dia 26 de setembro, a meio da tarde e a comitiva oficial, onde se encontrava o presidente da Câmara e demais vereação e ainda autarcas da Lourinhã, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha e Alenquer, entre outros, desfilou atrás da banda de música dos bombeiros voluntários desde a praça da República até ao novo Choupal, à boa maneira italiana.
Já no local e depois de ser inaugurada a «Praça dr. Alberto Manuel Avelino, primeiro presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras eleito democraticamente», no lugar onde antes existiu o largo Alfazema, foi tempo da banda de música seguida das autoridades e demais entidades e ainda do povo percorrerem a pé a ponte que liga esse local ao coração do parque urbano, passando sobre a estrada nacional e o rio Sizandro.
Chegado o momento dos discursos oficiais, começou por usar da palavra o presidente da União das Freguesias de São Pedro, Santa Maria e Matacães, Francisco Martins, que disse que aquele era um “dia há muito tempo ansiado pelos torrienses”, obra que demorou a chegar “muito mais do que qualquer um de nós desejava”, mas que tem uma “cara nova, tem novas valências, mais qualidade e mais diversidade”. O autarca concluiu dizendo que “temos perante nós uma obra que deve ser motivo de orgulho para todos os torrienses”.
Por sua vez o presidente da Câmara, Carlos Miguel, preferiu classificar aquela como uma “obra dorida”. Desde logo porque a ideia inicial tinha surgido há cerca de 15 anos com a candidatura de um mini-Polis apresentado pelo seu antecessor, Jacinto Leandro, “que demorou sete a oito anos a ser aprovado”, recordou. Depois “levámos um novo ‘murro no estômago’ há cerca de três anos e meio, com a ministra Assunção Cristas a sonegar-nos 2,5 milhões de euros de financiamento, ao revogar a candidatura”, informou o edil.
“Mas estamos cá e com a obra feita e completamente paga”, voltou a informar Carlos Miguel, para quem o novo parque verde urbano do Choupal era uma “obra necessária para unir as duas margens do Sizandro”. Sendo por isso considerada desde já como uma obra “de maior volume financeiro” da autarquia (5,5 milhões de euros), dada a intervenção logística e de engenharia de que necessitou para vir a ser implementada e concretizada. “Agora queremos continuar a trabalhar mais para norte, de modo a requalificar o antigo matadouro e o bairro Reis”, revelou em jeito de desejo e desafio o autarca torriense, pedindo e sensibilizando a presidente da CCDR Centro para arranjar “uma nova janela de oportunidade financeira” para investir no alindamento da entrada norte da cidade de Torres Vedras.
A finalizar o seu discurso Carlos Miguel agradeceu aos moradores do forte e encosta de São Vicente, assim como aos do próprio Choupal, matadouro e zonas envolventes, “a compreensão e paciência que tiveram e demonstraram enquanto durou o período das obras por aqui. Agora, amigos, o Choupal é vosso, usufruam-no e respeitem-no. Obrigado”, agradeceu o autarca. Entretanto, Ana Abrunhosa prometeu toda a sua atenção para arranjar fundos que possam catapultar novas obras mais para norte, rumo ao matadouro e bairro Reis.

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Nota: a reportagem inclui três imagens e respectivas legendas, aqui não reproduzidas: na primeira, com o café Xeirinho e o casario da encosta de S. Vicente em fundo, vemos crianças que sobem por cordas/velas. No alto do mastro, o gageiro.
— Que vês tu, gageiro?
— Já vejo «ribeira» e rio, as terras do nosso Choupal!
Na segunda imagem, o presidente da Câmara, Dr. Carlos Miguel, e a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Prof.ª Ana Abrunhosa, descerram a placa «Praça Dr. Alberto Manuel Avelino», na presença do homenageado.
A terceira imagem mostra a comitiva oficial encabeçando os acompanhantes, na passagem pela ponte ciclo-pedonal que liga a nova praça ao espaço Choupal, passando sobre a E. N. n.º 9.

domingo, 11 de outubro de 2015

Festejos em honra de Nossa Senhora de Nazaré - S. Pedro da Cadeira 2015

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Programa das Festas









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Notícia no BADALADAS

[BADALADAS | Setembro 2015               em foco              página 3],
com a devida vénia.

Círio da Prata Grande percorre freguesias de 17 em 17 anos
São Pedro da Cadeira devoto à Virgem da Nazaré
JOAQUIM RIBEIRO [ joaquimribeiro@badaladas.pt ]
Milhares de pessoas manifestaram a sua devoção à Virgem da Nazaré em São Pedro da Cadeira no passado domingo, dia 21, durante a missa celebrada pelo cardeal patriarca, Dom Manuel Clemente, e a procissão em honra de Nossa Senhora da Nazaré, com mais de 200 figurantes e duas bandas filarmónicas.
Após 17 anos de ausência, o Círio da Prata Grande, como também é conhecida essa romaria, regressou à única freguesia do concelho de Torres Vedras que recebe a imagem peregrina.
Entre as outras 16, três são do concelho de Sintra e as restantes de Mafra. É uma tradição secular, entre outras dedicadas a Nossa Senhora da Nazaré, que terá começado na paróquia da Igreja Nova, quando um morador do Penedo de Arrifana resolveu ir em romagem à Nazaré.
Em 1741 foi criada a Confraria de Nossa Senhora da Pederneira - Círio da Prata Grande, movimento que hoje abrange 17 freguesias de três concelhos. Cada freguesia que a recebe fica responsável pela organização da peregrinação anual ao santuário da Nazaré, antes de a entregar à freguesia seguinte.
Durante a celebração eucarística, Dom Manuel Clemente evocou as virtudes da Virgem da Nazaré e de Nossa Senhora como “a mulher mais pura, a mais bela e a mais santa” e apelou à meditação e ao aprofundamento da devoção a Maria, como o caminho certo para chegar a Jesus.
A procissão, liderada pela charanga a cavalo da GNR, percorreu um longo percurso, acompanhada por milhares de fiéis. Antes do andor de Nossa Senhora da Nazaré acompanharam outros, separados por quadros evocando as virtudes da Virgem Maria, num encadeamento em que participaram os andores com as imagens de Nossa Senhora da Lapa, Nossa Senhora do Amparo, São João Baptista, Nossa Senhora da Cátedra, São José, o Menino Jesus, Nossa Senhora das Dores, Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora da Assunção, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora da Saúde, Nossa Senhora do Carmo, Beato Nuno, Santo António, São Francisco de Assis, São Pedro (sentado na cadeira, padroeiro da localidade) e por fim Nossa Senhora da Nazaré. Acompanharam as bandas da Sociedade Filarmónica Ermegeirense e Clube Pardilhoense.
As festas de São Pedro da Cadeira prosseguem até ao próximo domingo, dia 27. Hoje à noite atuam o “Grupo VIP’S”, os “Irmãos Verdades” e o DJ João Filipe.
Amanhã, sábado, é celebrada a Eucaristia pelos jovens às 20 horas e o serão é preenchido com o DJ Igor, um grande concerto com os “Xutos e Pontapés” e o regresso da banda rock torriense “Attitude”, infelizmente com a ausência do baterista “Speedy” (partiu um braço), substituído pelo baterista torriense dos “Amor Electro”, Mauro Ramos.
No domingo encerram os festejos com um programa que promete. Às 11 horas é celebrada a Eucaristia, haverá uma tarde de folclore com cinco ranchos e o serão é dedicado ao fado, primeiro com o grupo local “O Nosso Fado” e a seguir com a conhecida fadista Ana Moura.
A terminar uma sessão de fogo de artifício. Em 2016 o círio é entregue à freguesia da Ericeira e depois só regressa a São Pedro da Cadeira em 2032.

Círio da Prata Grande
Calendário das freguesias que recebem a imagem de Nossa Senhora da Nazaré: 2015 - São Pedro da Cadeira (Torres Vedras), 2016 - Ericeira (Mafra), 2017 - Carvoeira (Mafra), 2018 - Alcainça (Mafra), 2019 - Terrugem (Sintra), 2020 - São João das Lampas (Sintra), 2021 - Sobral da Abelheira (Mafra), 2022 - Santo Estêvão das Galés (Mafra), 2023 - Gradil (Mafra), 2024 - Azueira/Livramento (Mafra), 2025 - Enxara do Bispo (Mafra), 2026 - Igreja Nova (Mafra), 2027 - Mafra, 2028 - Santo Isidoro (Mafra), 2029 - Montelavar (Sintra), 2030 - Cheleiros (Mafra), 2031 - Encarnação (Mafra).

final

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

António Costa: um goês, primeiro-ministro para Portugal?

Há dias, um amigo enviou-me um mail com um artigo de Vivek Meneses do jornal THE TIMES OF INDIA. Achei interessante. Em Goa, o passado persiste, e a língua portuguesa? Em Lisboa, às vezes parece que estamos numa certa Índia, tal é a apetência pelo inglês onde não haveria necessidade.
O artigo é simpático para António Costa, independentemente das simpatias políticas de quem ler. Uma figura a conhecer é a do seu pai, Orlando da Costa.
Aqui vai o linque para o artigo, mai-la tradução, que é uma boa maneira de ler o texto sem ser pela rama e ir aprendendo inglês.
— Mas, gosta de inglês?
— Se gosto!
Para ter uma ideia do jornal THE TIMES OF INDIA, clique no linque, abaixo, e saia da página «Goa», clicando em «home».
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THE TIMES OF INDIA             Goa
António Costa: um goês, primeiro-ministro para Portugal?
Vivek Meneses, TNN | Out. 3, 2015, 02.13 AM IST
Deverá haver figas nestas praias distantes no domingo, 4 de Outubro, quando das eleições para todos os 230 lugares no parlamento português, a Assembleia da República[1].
A coligação de centro-direita de Passos Coelho no poder enfrenta um desafio poderoso que há anos tem vindo a amadurecer, de António Costa, o popular e carismático presidente da Câmara de Lisboa, por três mandatos, do Partido Socialista. Na balança está a história concani. O resultado pode ser o primeiro goês chefe de governo.
Costa, é o filho de 54 anos do escritor ferozmente anticolonial, o falecido Orlando da Costa, cujo clássico «O Signo da Ira» se desenrola nos arredores de Margão em que cresceu nos anos 30 e 40. Mais tarde, quando estudava em Portugal, o Costa sénior tornou-se um firme opositor da ditadura de Salazar, membro do, então fora da lei, Partido Comunista, e um bem conhecido intelectual de Lisboa que toda a vida manteve afeição e ligação à sua Goa ancestral.
O seu filho é um prodígio político. António Luís dos Santos da Costa foi ministro português dos Negócios Estrangeiros e ministro da Administração Interna. Encabeçou a lista do seu partido às eleições Europeias de 2004, serviu então na Comissão das Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos, antes de se tornar um dos 14 vice-presidentes do Parlamento Europeu.
Em 2007, Costa jogou forte. Candidatou-se à presidência da Câmara de Lisboa, a peça-central agitada de uma área urbana onde vive quase 30% da população de Portugal. Depois de ganhar, imediatamente mudou o seu gabinete para a Mouraria, local notoriamente infestado de criminalidade, onde começou a ver-se livre de passadores de droga e da prostituição que costumava ser florescente em todo o lado. Esforços semelhantes foram alargados persistentemente a toda a cidade.
Lisboa transformou-se, apesar do repelão da crise económica dominante: é agora, na Europa, a grande cidade mais segura, limpa, verde e melhor para viver. O seu presidente foi três vezes reeleito.
Quando Costa ganhou o direito de liderar o Partido Socialista em Setembro de 2014, parecia certo que iria arrebatar o poder nas eleições de 2015. Mas, apesar da popularidade pessoal avassaladora do candidato a primeiro-ministro, as coisas não vieram a correr assim.
Uma razão importante é o que aconteceu na Grécia. Tal como outras eleições europeias recentes, o referendo[2] de domingo gira em torno da chamada «austeridade». Mas, ao contrário da Grécia — onde o eleitorado se rebelou contra o ajustamento económico sendo forçada no país pela ultrajante «troika» de líderes (a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional) —, Portugal já sofreu três anos de austeridade punitiva e emergiu para «dizer adeus» às medidas.
Há alguns dias, o rating de crédito do país subiu mesmo abaixo do grau de investimento, uma proeza que o partido dominante está a usar para se defender da crítica sobre a recessão que continua, o desemprego recorde e uma extraordinária vaga de emigração.
O último factor também está a jogar contra Costa. Portugal está rapidamente a esvaziar-se de jovens votantes que são a sua base de apoio. Centenas de milhares de sub-30 migraram desde que a crise financeira se entrincheirou. É uma crise para o país, que pode perder dois milhões de pessoas em poucas décadas, mas é também uma crise para Costa. Quase todos aqueles votos podiam ter ido para ele, e agora quase nenhum irá. Na última eleição, apenas 20% dos portugueses a viver no estrangeiro votaram pelo correio.
Mesmo que as sondagens mostrem os incumbentes a liderar, não cometam o erro de votar contra Costa. No último debate da campanha, agilmente forçou Passos Coelho à defensiva para ganhar o dia. «Nos últimos quatro anos, o país andou para trás treze anos», disse Costa, que (embora não tendo o bigode retorcido nas pontas) se parece cada vez mais com o pai. Disse, desdenhosamente: «O governo criou uma série de empregos para enfermeiros, mas eles estão no Reino Unido, não em Portugal.»
Quando este escritor encontrou Costa num museu de Lisboa em 2014, convidou-me espontaneamente para a esplêndida Câmara Municipal do século XIX, onde retratos imponentes dos seus predecessores nos olhavam sobranceiros. Sentámo-nos no sofá ao lado um do outro e o presidente gentilmente fez perguntas tipicamente goesas sobre a aldeia de que vinha, enquanto me ia contando sobre a sua família em Margão. Então, partilhou comigo os seus sonhos sobre desenvolver muito mais fortemente conecções entre a Europa e a Índia, com Goa e Portugal a fazer ponte entre as duas grandes entidades.
Os seus olhos brilhavam de excitação. Permiti-me sonhar com um recém-eleito Costa fazendo a sua primeira viagem oficial à Índia, mesmo a Goa, sem restrições. O filho do Orlando da Costa de Margão, agora o primeiro-ministro de Portugal. Essa improvável, inacreditável curva do destino pode estar exactamente do outro lado da esquina.
O escritor é um autor e fotógrafo publicado em larga escala.






[1]  Assim, no original.
[2]  O autor usa «referendum», que se traduz por «referendo» ou «plebiscito», apresentando-se ao eleitorado uma única questão. Na eleição, como no referendo, está presente, no entanto, a ideia de consulta popular decisiva, pelo que não deixa de se entender o seu uso, aqui; as eleições seriam um referendo à austeridade, palavra usada pelo autor na mesma frase e associada ao precedente «referendo».
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Livro de Orlando da Costa, pai de António Costa e escritor, referido no artigo de Vivek Meneses. Próxima leitura.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Largo do Alfazema e Pátio do Alfazema

Passado recente
Aqui fica, para memória, um pequeno álbum do «espaço do Alfazema»,  visto de vários ângulos, antes e depois da demolição, em várias fases dos trabalhos de requalificação do Choupal. Segue-se uma ordem cronológica. As imagens tiradas na mesma sessão de «trabalho», uma ou outra teve a ordem alterada, para respeitar uma sequência lógica. Como as imagens estão cronografadas, tudo se percebe.

(Este pequeno álbum pode ser visto em articulação com Festa de Inauguração das Obras de Requalificação do Choupal (1.ª parte)).

 As duas casas do(s) Alfazema(s), do lado esquerdo,  na Rua Guilherme Gomes Fernandes, a caminho do largo do Alfazema e do Pátio do mesmo nome. O apelido de família é Santos Bernardes.
12-06-2014, 17:27

 Mesma data

 O sr. marceneiro, que conheci em 1982, ainda aqui trabalhava nesta data: 12-06-2014, 17:29

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 17:43

17:42

13-6-2014, 18:23

Rua do Quebra-Costas, no caminho do Castelo. Esta rua conduzia ao Largo do Alfazema, para quem descia do Castelo.
27-12-2013, 16:29

Largo do Alfazema
27-12-2013, 16;22



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Nesta firma trabalharam, só falo de quem sei, o artista gráfico, desenhador e cartoonista Fernando Sarzedas e um pioneiro da serigrafia em Torres Vedras, Vítor Moreira, entre outras coisas, um choupalense de gema.
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 Vista aérea do «espaço do Alfazema», com a devida vénia a google earth
(imagem de 20 de Julho de 2012)

Idem
Planta de implantação (recorte)

O Largo do Alfazema e o Pátio do Alfazema demolidos

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15:37

Actualizado em 06-10-2015: acrescentadas as seis fotografias, sobre a(s) casa(s)do(s) Alfazema(s)  na Rua Guilherme Gomes Fernandes e legendada a imagem da BOOMARTE.
Actualizado em 07-10-2015: acrescentado recorte da planta de implantação do Choupal e áreas envolventes, com a devida vénia à Câmara Municipal de Torres Vedras.