sexta-feira, 29 de julho de 2016

Santa Catarina de Alexandria

Ao visitar no próximo passado dia dez a igreja do Espírito Santo, da Ribaldeira, ganhei interesse pela figura da padroeira, Santa Catarina de Alexandria. Em aterraeagente mostra-se imagens da igreja e tencionei dar a conhecer uma pequena biografia de Santa Catarina de Alexandria, mas sem sobrecarregar a economia da mensagem, o equilíbrio de uma descrição da II Rota das Ermidas, promovida no âmbito da festa da Feliteira. , ficam os linques (texto em francês e tradução), para quem quiser clicar neles. Aqui, quem encontrar esta mensagem, fica a saber a razão dela e pode ler o texto, sem precisar de sair da página.


OS SANTOS

Santa Catarina de Alexandria

Virgem e Mártir (307)

Santa Catarina de Alexandria nasceu em Alexandria, de uma família da primeira nobreza. Como não se dava pressa de receber o Baptismo, Deus enviou-lhe uma visão em que a Santa Virgem a apresentava ao divino Menino que desviava os olhos com tristeza e dizia: «Não a quero ver, ainda não está regenerada.» Ao despertar, resolveu receber sem demora o Baptismo. Quando o recebeu, Jesus apareceu-lhe, deu-lhe mil testemunhos de amor, tomou-a por esposa na presença de Maria e de toda a corte celeste, e meteu-lhe no dedo o anel da Sua aliança.

Catarina, dotada de uma grande inteligência, seguiu com o maior sucesso as lições dos maiores mestres da escola de Alexandria, e adquiriu a ciência dos doutores. Numa grande festa do paganismo, celebrada na presença do imperador Maximino, teve a santa audácia de se apresentar perante ele, de lhe mostrar a vaidade dos ídolos e a verdade da religião cristã. Terminada a festa, Maximino, admirado com a coragem e a eloquência da rapariga, reuniu cinquenta dos mais sábios doutores do paganismo e ordenou-lhes que discutissem com Catarina. Preparada pela oração e o jejum, começou a discussão e fez um discurso tão profundo e tão sublime sobre a religião de Jesus Cristo comparada ao culto dos falsos deuses, que os cinquenta filósofos, iluminados pela sua palavra ao mesmo tempo que tocados da graça, proclamaram a verdade da crença de Catarina e receberam, por ordem do cruel imperador, o baptismo de sangue, penhor para eles da coroa imortal.

Entretanto, Maximino, apesar da sua fúria, cheio de admiração pela beleza e as altas qualidades de Catarina, esperou vencê-la pela ambição prometendo-lhe a mão. Experimentou uma recusa cheia de desprezo. Durante duas horas a inocente virgem sofreu o suplício da deslocação dos membros sobre um cavalete, e o dos chicotes. No dia seguinte, Maximino, surpreso de a encontrar bela e saudável como nunca, tentou triunfar da sua resistência. Fê-la submeter ao terrível suplício das rodas, mas as rodas voaram em estilhas e mataram várias pessoas. O tirano, confuso com todos estes prodígios, ordenou que lhe cortassem a cabeça.

Antes de morrer, tinha pedido e obtivera duas coisas do seu divino Esposo: que o seu corpo fosse respeitado após o suplício, e que a era das perseguições em breve tivesse fim. Mais tarde, o seu corpo foi transportado pelos Anjos ao Monte Sinai.

[Traduzido, com a devida vénia, de

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